Reajuste do plano de saúde empresarial!
- Nova Feabri Seguros

- há 11 horas
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Diferentemente dos planos individuais e familiares, os planos coletivos empresariais não possuem um teto máximo de reajuste definido pela ANS, o que gera dúvidas recorrentes sobre critérios de cálculo, legalidade dos percentuais aplicados e possibilidades de contestação. Neste artigo, você vai entender o que é o reajuste do plano de saúde empresarial, como ele funciona e quais práticas ajudam a controlar aumentos futuros.
O que é o reajuste do plano de saúde empresarial
O reajuste do plano de saúde empresarial corresponde à atualização periódica do valor das mensalidades, aplicada pelas operadoras para recompor custos assistenciais, acompanhar a inflação médica e equilibrar financeiramente o contrato.
Nos planos corporativos, incluindo os contratos PME e os de médio e grande porte, o reajuste é resultado de negociação contratual entre empresa e operadora, desde que respeitadas as normas estabelecidas pela ANS. Na prática, isso significa que o percentual não é fixo, mas calculado a partir de critérios técnicos e atuariais previamente definidos no contrato. Como funciona o reajuste no plano de saúde empresarial
O reajuste anual ocorre, em regra, uma vez por ano, na data de aniversário do contrato. Esse aumento pode ser composto por diferentes fatores, como o desempenho do grupo segurado, a variação dos custos médicos e os índices econômicos que impactam o setor de saúde suplementar. É importante destacar que, além do reajuste anual, os planos empresariais também podem sofrer reajustes por mudança de faixa etária, desde que sigam os limites legais e não apresentem caráter abusivo. O que influencia o percentual de reajuste do plano de saúde empresarial
Sinistralidade do contrato
A sinistralidade é um dos principais fatores de cálculo do reajuste do plano empresarial. Esse indicador mede a relação entre o valor arrecadado em mensalidades e o custo dos serviços utilizados pelos beneficiários. Quando a sinistralidade ultrapassa patamares considerados sustentáveis — geralmente acima de 70% ou 80% —, a operadora tende a aplicar reajustes mais elevados para recompor o equilíbrio financeiro do contrato. Inflação médica e custos assistenciais
Outro fator relevante é a inflação médica, que costuma crescer acima da inflação geral. A elevação nos preços de medicamentos, exames, procedimentos, tecnologias e honorários impacta diretamente os custos das operadoras, refletindo nos reajustes aplicados aos contratos empresariais.
Perfil do grupo segurado
O envelhecimento da população coberta, a concentração de beneficiários em faixas etárias mais elevadas e o aumento da frequência de utilização dos serviços também influenciam o percentual de reajuste.
Dica: Acompanhar indicadores como sinistralidade, perfil etário e frequência de uso permite que a empresa antecipe movimentos de reajuste e negocie com mais embasamento.




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